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domingo, 18 de dezembro de 2011

O que sobrou no final

Sinto minhas mãos e pernas tremerem. Lágrimas escorrem em meu rosto. Um frio estranho me abraça como a noite abraça o dia. E todo o amor que um dia senti... Sai pela porta.
O que ele deixa para trás é devastador. Quer te engolir e te cuspir. Quer te jogar pra fora. Quer te arrancar como se arranca uma erva daninha.
Tudo o que você me fez foi mau.
Grande ator, o que ganhou atuando no palco da minha vida?
O que ganhou mentindo para si mesmo?
Doente, doente de espírito, doente de alma, incapaz de reconhecer quem quer te fazer bem, ainda que esteja na ponta do seu nariz.
Buraco negro, que suga o melhor de todos a sua volta, que sente prazer em causar destruição.
Pequeno, pequeno na alma e de sentimentos humanos, que não enxerga o mal que causa a quem te toca.
Deveria morrer como morri. Deveria sangrar como eu sangrei.
Desejo que te façam o mesmo que me fez. Que receba a paga de todas as suas maldades, que todo o seu desprezo se volte contra ti.
Covarde, foge sem tentar, fala sem querer dizer nada, manda para longe, mas puxa de volta. Não tem pulso nem para admitir que não queria mais e ainda joga sobre mim os defeitos que são teus!
Sofra, morra!
Afogue-se em minhas lágrimas, copiosamente derramadas.
Caia no vácuo, no grande abismo de ódio em que te jogo. No esquecimento digno daqueles que nunca representarão nada.
E acredite... Isto é muito mais do que você merece!

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