Ele tem nome e cheiro de anjo, e me faz pensar no por que meu anjo da guarda é tão fraco a ponto de não conseguir suprimir minha vontade.
O jeito como ele me beija me faz pensar em como consegui chegar sem este beijo até aqui.
E as coisas que ele me fala, me fazem pensar no por que de eu ainda continuar beijando...
É só instinto, não é?
É só um momento, não era pra ser assim?
Pra eu saber o que eu queria, e continuar em frente, como se nada acontecesse?
Mas não é assim que acontece...
Transformo-me em uma incógnita por pura graça, sem saber o que sinto, sem saber o que vejo, sem saber o que ouço e continuo, sabendo que está tudo bem, como se nada fosse arranhar minha blindagem impenetrável.
Mas é assim que acontece?
Não era pra ser divertido e casual?
Ele sorri de um jeito que faz meu coração parar, mas tudo o que ele me dá, me manda seguir em frente, sem olhar para trás.
Será que a incógnita sou eu?
Será mesmo que eu sou uma contradição?
Às vezes penso que é o contrário, por que encontrei uma pessoa que consegue, mesmo sendo uma tarefa impossível, ser mais difícil que eu de ler.
Mas é só curiosidade, não é?
É como uma espécie rara, daquelas que não se pode morrer sem ver, aquele tipo de homem, que faz você esquecer o tipo de mulher que é.
É tudo tão engraçado, que chega a ser divertido, é tão triste, que chega a parecer melancólico. Melancólico porque você sabe que não vai durar, vai se esvair na fumaça vai desaparecer como um sonho vai ser fugaz, como na música da Marina Lima.
E no fundo da sua cabeça, você pensa, tanto faz, vai ser só mais um que passou por esta vida.
E no fundo do seu coração, você sabe, passa e deixa marcas, você sabe que deixa marcas...
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